sábado, 12 de abril de 2008

Filtro Solar


ADORO ESSE VÍDEO!!!
Imaginem, é um discurso de formatura!!!
A MÚSICA É TUUUUDO DE BOM!

Bebe, cai e levanta !!!

E chega o final de semana!!! Quem é sério fica alegre, quem é reto fica torto!
GRAÇAS A DEUS!!!!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Ano Novo vida nova???

Pois é! É a crença popular... Mas como poderemos ter algo diferente se não nos movermos em direção a esse algo? Acho urgente e necessário pararmos de esperar que as coisas caim do céu, presentes de Deus!!! Mas vamos deixar isso prá lá... Já comecei a falar de Deus e eis aí outro tópico de grande discussão!!!
O fato é o seguinte: 2007 foi continuação de 2006, ou seja, nada de muito novo! Encarei falsidade, maldade, inveja. Mas também fiz novas e grandes amizades. Ganhei um pouco de dinheiro, gastei mais do que eu ganhei... Comecei o Mestrado. "Virei" professora.
Tudo muito parecido...
Mas falando em lecionar: que fique claro que eu não me acho a "Grande Mestra"!!! É que eu estava lendo a minha última postagem e fiquei com essa sensação de arrogancia... Não é nada disso!!! Eu apenas me dei conta de que é muito difícil ser professor e que mesmo assim as pessoas acham que isso é tarefa fácil. Estou muito longe de ser uma boa professora!!! O que me deixa mais tranquila é que estou começando e que posso me esforçar para ser uma "facilitadora da construção do saber"! Isso para mim é ser bom professor. Algo que não deve ser medido pela quantidade de alunos que ficaram em DP... Aliás, sou da opinião de que as maiorias nos levam à direção dos verdadeiros fatos. Todos os alunos em DP de uma matéria? Quem não fez o trabaho direito: os alunos não estudaram ou o professore não conseguiu passar o conteúdo????
É para se pensar...
Mas, como diz o Chico (Buarque):
"Mesmo com toda fama, com toda brahma
com toda cama, com toda lama
A GENTE VAI LEVANDO..."

FELIZ 2008 GALERA!!!!!

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Ser Professora

Ser professora não é tarefa fácil, pois requer tempo e habilidade de relacionamento interpessoal.
É preciso compreender as necessidades dos alunos, conhecer suas expectativas, dificuldades e suas habilidades individuais. Lecionar é saber passar os conhecimentos adquiridos em anos de vida prática e de estudos. Avaliar é muito mais do que apenas dar uma nota, é avaliar o crescimento e amadurecimento dos conhecimentos adquiridos durante o período letivo.
Dificil né!?
Mas eu adoro!
Adoro até as discussões em sala de aula, pois me ajudam a melhorar como professora. Me sinto ainda em fase de tranformação: estou me transformando de enfermeira em professora. E todos os meus alunos me ajudam muito!!!

10 Things I Hate About You

"I hate the way you talk to me, and the way you cut your hair.
I hate the way you drive my car. I hate it when you stare.
I hate your big dumb combat boots, and the way you read my mind.
I hate you so much it makes me sick; it even makes me rhyme.
I hate it, I hate the way you’re always right.
I hate it when you lie.
I hate it when you make me laugh, even worse when you make me cry.
I hate it that you’re not around, and the fact that you didn’t call.
But mostly I hate the way I don’t hate you. Not even close, not even a little bit, not even at all."

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Eu, eu mesma e meu blog

Uma semana depois de terminar a histórinha percebo que não houve nenhum comentário... Parece um sinal para eu não escrever mais, ou que o final da história ficou ruim!
Outra possibilidade é que meus dois amigos que leram a história estão muito ocupados para fazerem seus tão preciosos comentários...
Acho também que este blog é apenas meu... Quase ninguém lê!
Então vai virar um diário....
O que eu tenho pra contar hoje é que a minha popularidade como professora é proporcional às notas que eu dou.
Explicando melhor:
A minha turma que foi muito mal na prova não gosta de mim, sempre tenho conflitos em sala, com dois alunos em especial. A sorte (deles) é que não sou vingativa, não abaixo nota de quem reclama. Prefiro ouvir a reclamação e refletir sobre ela, sobre o como eu posso melhorar enquanto professora.
E cá pra nós, profissãozinha difícil essa, hein!?
Não se pode agradar a "gregos e baianos", uma mesma sala possui pessoas que entendem a matéria de pronto e outras que vão entender na 6ª explicação! E haja jogo de cintura!!! É aluno reclamando de você pra coordenação, de outro professor pra você, da faculdade, do time de futebol, do presidente... Gente chorando, gente rindo.
Por isso peço que não digam mais a frase que tanto ouço nos últimos tempos:
"Ah você não está trabalhando mais! Agora só dá aula!"
SÓ DÁ AULA!!!!
E o trabalho que dá: prepara aula, estuda, relembra, explica, explica, explica, desenha, faz mímica, prepara exercício, corrige exercíco, prepara prova, corrige prova, ouve reclamação de quem tirou nota baixa (geralmente do aluno que não assiste a aula inteira ou que nem sabe aonde fica a biblioteca do Campus)... E por aí vai!
Amo minha nova profissão, mas que cansa, ah isso cansa!

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Fim: Um novo dia

Cinco horas da manhã, o sol nascendo na Barra da Lagoa, Dorinha chorando na areia da praia... Binho não resistiu... Havia morrido a menos de uma hora, a mãe dele ligou pra avisar Dorinha.

Imagens de anos muito loucos de faculdade passavam como um filme na cabeça de Dorinha. Sempre ao lado de Binho, foram quatro anos de amor intenso e brigas homéricas mas sempre juntos... Saudades...
O enterro foi bonito, se é que há beleza em enterros... Muitos amigos, o cemitério estava cheio. O pessoal do grupo levou violão e fez uma pequena serenata com algumas músicas do Led, que o Binho adorava. Tudo muito muito triste.
Hora de voltar pra casa. Após cinco dias longe do tumulto de São Paulo Dorinha hesitou:
"Acho que não quero voltar pro inferno... Aqui é tão bom Déia!" comentou com uma amiga dos tempos de faculdade.
Mas não teve como escapar, sua chefe ligava todo dia pra saber notícias, quando Dorinha pensava em voltar!
Chegando em casa notou que a secretária eletrônica estava lotada de mensagens.
Era Renato, preocupado com Dorinha, ficou sabendo dos últimos acontecimentos e ligou várias vezes querendo saber notícias.
"Mas eu posso com isso! O cara é casado e fica ligando pra mim!" pensou mais um pouco e até que gostou de tanta preocupação "Vou ligar pra ele!"
"Alô! Por favor o Renato."
"Oi Dorinha! É o Renato! Como você está? Fiquei sabendo do seu amigo lá de Floripa... Ele melhorou?"
"Ele morreu..." um silêncio cortante paira no ar por alguns longos segundos. O choro começa, Dorinha não se controla
"Dorinha! Espera que já já estou aí!!!"
"Hum hum"
Renato chega em menos de 15 mintos. Eles conversam, Dorinha conta toda a história, desde os tempos de faculdade. Às vezes pára a narrativa pra chorar mais um pouco nos braços do amigo.
"Ainda dói muito!"
"Imagino..."
"Mas, olha eu aqui te ocupando com coisas minhas como se você não tivesse casa e esposa!" Diz Dorinha enxugando as lágrimas e fazendo cara de 'já estou melhor'.
"Esposa???" Indagou Renato sem entender muito bem
"É ué!? Aquela moça bonita que você me apresentou outro dia lá no Japonês!"
"Ah! A Vivian! Não, não é minha mulher não!!! ERA minha namorada. Mas nós vivemos em galáxias distantes... Eu gosto de agito e ela gosta de tranquilidade total, eu gosto de mar e ela gosta de campo! Terminanos essa semana..."

FIM de uma história e inicio de muitas outras!

sábado, 22 de setembro de 2007

Cap 3: O amor que eu tenho pra te dar

"hoje a noite não tem luar

e eu não sei como te encontrar

pra dizer como é o amor

que eu tenho pra te dar"

Quem diria! Uma canção antiga do Jessé que Dona Nininha cantarolava para Dorinha adormecer agora não sai da cabeça da nossa heroína!!! Lá fora a chuva ainda continua... Da janela do taxi Dorinha observa como a cidade fica mais triste quando chove, quase parecendo chorar. Chega no aeroporto e sai correndo para a operadora que possuia o primeiro vôo pra Floripa. (Ela já tinha ligado do taxi, enquanto ia para o aeroporto. Santo celular!!!!)
Tudo certo, embarca e logo voa para encontrar seu grande e desperdiçado amor!*
Do aeroporto direto para o Hospital CF. E já na porta da UTI seu primeiro obstáculo: uma enfermeira.
"Me desculpe mas se não é da família não pode entrar!"diz a enfermeira em tom de ordem militar.
"Mas eu vim de São Paulo!!!" retruca Dorinha tentando abrandar o coração da fera.
"Não pode! Não sou eu quem crio as regras!" diz a 'gerenal' enfermeira
"Mas pode muito bem reordená-las, abrir espaços e 'poréns', toda regra sem sentido deve ser quebrada!!!" protesta nossa heroína
"Ooo guria de coração duro.... deixe a menina entrar!" diz uma senhora de jaleco branco
"Mas... Dona Cida!"diz a enfermeira
"Não discuta guria! Parece que você nunca amou! Anda! Deixe a guria entrar!" Ordenou Dona Cida, Enfermeira Chefe da UTI.
Sem outra possibilidade a 'general enferemeira' deixa Dorinha entrar, e lhe orienta sobre os cuidados que deve tomar.
Mãos lavadas e de avental, Dorinha chega perto de Fábio:
"Oi Binho! Mas o que você foi me aprontar agora!!!"
Segurnado as mãos de Fábio, Dorinha começa a chorar baixinho.
"Meus Deus! Como ele está! Dessa vez foi muito sério!" pensa enquanto beija a mão do "seu Binho"
O rosto todo arranhado, uma faixa cobre seus cabelos, curativos de diversos tamanhos pelo corpo e uma infinidade de tubos inseridos em buracos naturais ou artificiais.
"Parece doer. (silêncio) Eu quero te contar tanta coisa mas nem sei por onde começo. Estou trabalhando em uma construtora, faço porjetos de casa, lojas, de quase tudo! O salário é bom mas trabalho quase todos os dias. (silêncio). Sinto falta das nossas tardes de domingo, lá na Barra da Lagoa, o som do mar, a cor do sol se pondo... Suas brincadeiras... Nossas risadas..."
Fabinho aperta a mão de Dorinha contra a sua. Dorinha vê uma lágrima correndo pela face de Binho.
"Não vim até aqui pra me despedir de você!!! Vim aqui te tirar do hospital!!! Anda Fábio! Reaja, lute, não desanime!!!" Ordena nossa heroína, quase sem forças, mas em tom de 'quase-ameaça'.



*Esqueçamos o caos aéreo, a Marta e o Renan!!! Isso aqui é só um romance e essas coisas acabam com o romance....

sábado, 1 de setembro de 2007

Cap 2: O telefonema

-Doralice? Sou eu, a Julia.
-Oi Júlia! Quanto tempo!!! Deculpa, mas é que estavam me ligando e não diziam nada, aí você ligou...
- Não se preocupe não!
-O que você conta de bom menina!? Como estão as coisas aí? Quais as boas novas?
-Novas nem tão boas Dora... Aliás nada boas...
Um silêncio cortante... Corre um frio na espinha de Dorinha, o que será? Julia foi colega de faculdade de Dorinha, lá em Floripa. Não se falavam há 2 anos, desde a formatura. Dorinha com medo de perguntar e Julia receosa em como dar a notícia... Dorinha não aguenta e interrompe o silêncio:
-Pelo amor de Deus Julia! O que houve?
-Foi o Fábio...
Fábio, ex-namorado de Dorinha, terminaram quando ela veio pra São Paulo... Seu sobrenome deveria ser encrenca, pois sempre se metia em confusão!
-O que ele fez agora?
-Na verdade fizeram. (novo silêncio, mais curto dessa vez). Ele sofreu um acidente de moto... Um motorista bêbado bateu contra a moto dele lá no trevo do campeche...
-Meu Deus! Mas e ele? Ele tá bem????
-Então... Ele está na UTI... Achei que você gostaria de saber...
-Obrigada Julia! Estou indo praí! Tchau! Até logo!
-Me liga quando chegar!
-Ligo sim!
-Tchau!
-Tchau!
Dorinha desliga o telefone e vai para o quarto, pega umas trocas de roupa enquanto liga para sua chefe e conta o que está acontecendo, diz que não sabe quando volta. Sua chefe diz que tudo bem, adiantaria as férias, que já estavam vencidas.
Dorinha pega a bolsa e a mala e sai.

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Era uma vez....

A concepção de Neisa (euzinha) por Josmar Fevereiro:
"Certa noite, em plena década de setenta, o Brasil ainda mergulhado nas trevas da ditadura militar, um jovem casal entediava-se a olhar para o teto de seu quarto no Morro do Querosene.Ele português, pescador, bigodes fartos, jeitão de Belchior. Ela interiorana, letras na USP, professora, bochechudinha.Gauches na vida, como a maioria das pessoas interessantes da época.A Lenda rezou para mim que, naquele preciso momento, como se fosse uma idéia luminosa, um pirilampo sobrevoou os dois e quebrou aquele estado de letargia... então eles se amaram como nunca.O pirilampo era na verdade uma fada sapeca que vivia metendo a varinha na vida dos casais lá do Morro.Daí, nove meses depois, nasceu uma menininha linda, com brilho próprio!"